A empresa exibiu ao público o trabalho que vem sendo feito na área de cafeicultura, com o objetivo de enfrentamento das mudanças climáticas. “O que se especula é que, com o aumento da temperatura, possa haver maior incidência de pragas e outras conseqüências no desenvolvimento da planta”, observou o gerente da FESP, Darlan Einstein do Livramento, destacando que o momento é de busca de novas tecnologias. “Chamamos a atenção para a importância de se agregar conhecimento frente às mudanças climáticas”, afirmou, acrescentando que, ao contrário do que muitos pensam, o caminho não é abandonar a atividade, mas buscar mais informações e contar com a pesquisa para que sejam alcançados bons resultados.
O pesquisador Júlio César de Souza tranqüilizou os produtores, a quem aconselhou “buscar lucros e deixar as pragas por conta da pesquisa”. De acordo com ele, até agora a incidência de pragas está normal e, caso haja alguma mudança, a pesquisa tem condições de apresentar solução.
O pesquisador também anunciou o lançamento de um novo inseticida, que estará no mercado em curto prazo. O produto químico sintético visa a combater a broca do café e ainda não tem nome comercial, mas se mostrou menos tóxico e mais eficiente que aqueles usados atualmente.
Sobre a crise financeira mundial, o chefe do Centro de Pesquisa da EPAMIG Sul de Minas, Gladyston Carvalho, falou aos produtores que o momento não é dos melhores e que a saída é a união de forças em busca de informação. “Não abandonem a tecnologia por causa da crise”, alertou.
ASCOM EPAMIG/ Sul de Minas


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